Fundos fortalecerão política ambiental brasileira
28 July, 2008 - 13:00h Délcio Rocha
O Fundo Amazônia, o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima e o documento que revisa o Protocolo Verde serão três medidas importantes para o setor ambiental que serão lançadas no dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro, pelo ministro Carlos Minc. A solenidade, às 15h, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), contará com a presença do presidente Lula, que assinará o decreto criando o Fundo Amazônia e carta encaminhando ao Congresso Nacional o Projeto de Lei sobre o Fundo Clima.
O Fundo Amazônia é destinado a captar doações para investimentos em ações de combate ao desmatamento e promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, tendo por fundamento a redução das emissões de gás carbônico para a atmosfera decorrentes das áreas desmatadas na Amazônia brasileira. A expectativa é que o mecanismo capte US$ 1 bilhão em seu primeiro ano de vigência.
O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima objetiva assegurar recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que visem a mitigação da mudança do clima e a adaptação à mudança do clima e aos seus efeitos.
É um instrumento fundamental para viabilizar tanto a Política Nacional sobre Mudança do Clima, lançada este ano, quanto o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, em elaboração pelo governo federal.
Já a revisão do Protocolo Verde atualiza a carta de princípios assinada por bancos oficiais em 1995, na qual se comprometem a empreender políticas e práticas em harmonia com o desenvolvimento sustentável.
A revisão contou com a participação de representantes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e representantes do governo federal (Ministérios da Fazenda, Agricultura, Integração Nacional, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social).
Por: Gisele Teixeira
Fonte: MMA
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2 Comentários Adicione o seu
1. Laercio Machado de Sousa | 30 July, 2008 - 18:44h
Não sei quanto a real participação dos bancos quanto ao processo dos fundos e protocolos e quanto a real ação que estes terão .Pois para dar um exemplo de quanto o Banco do Brasil ainda necessita caminhar no sentido do "BEM" ambiental e não do "BEM" comercial ; sou proprietário de um RPPN - Reserva Prticular do Patrimônio Natural - area gravada em matricula para perpetuidade.Solicitei em 2005 um FCO turismo, levando todas as informações apresentadas pelo M.turismo e orgão afins do governo federal e estadual.Resumindo á história o referido investimento não foi aprovado pelo banco porque a garantia que estava sendo dada era a propria propriedade onde estava o investimento e por este conter uma reserva - RPPN sem valor para uma "possivel leilão"caso não fosse pago o empréstimo ( serei eu um caloteiro com C/C á mais de 15 anos no referido banco) Olhem o absurdo! como um banco que se diz amigo do meio ambiente pode deixar de conteplar um cliente que investiu seu "bem " material em prol da conservação e do bem estar do planeta e por conseguinte da vida de outras pessoas.
2. Leonardo | 26 September, 2008 - 14:47h
Crônicas sobre os últimos acontecimentos políticos escritas de forma leve e sarcástica.Mosaico de Lama:www.mosaicodelama.blosgpot.com
Boa leitura!
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